Em homenagem aos grandes escritores baianos, uma lista com 5 dos livros que consagraram estes autores
Diversidade é uma palavra que marca a cultura baiana e sua literatura não é diferente, sendo uma das mais marcantes do Brasil. Dessa região do país, nomes consagrados como Jorge Amado e Gregório de Matos fizeram história.
Para abrir a lista, o grande clássico nacional: Capitães de Areia, Jorge Amado.

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Escrito em 1937, o livro retrata a vida de um grupo de menores abandonados, crescendo nas ruas da cidade de Salvador, Bahia, vivendo em um trapiche, roubando para sobreviver. Os chamados "Capitães da Areia".
Espumas Flutuantes, de Castro Alves, é o segundo livro das sugestões que não seguem ordem de importância.

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A obra, publicada em 1870, reúne 54 poemas que sintetizam as características inovadoras de Castro Alves. Nessa antologia o poeta sente sua vida esvair-se, como as espumas no mar agitado, com a efemeridade da vida e, de fato, ele morreu um ano depois do lançamento (1871).
Sendo o livro mais recente da nossa lista, Todos Os Nós é uma obra de Maria Luíza Machado (26), publicado em 2019.

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Em Todos Os Nós, a poetisa inaugural traz nos versos angústias e desconfortos que chegam aos seus leitores como algo que compartilham juntos. Ela não pretende esgotar o tema, mas transformá-lo com sua perspectiva singular e bela das coisas.
Mar Grande: As Águas que Correm para a Baía de Todos os Santos, do autor Geferson Santana, de apenas 29 anos, é uma história a ser lida.

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A obra de 2017 traz questões da cultura local, passando pelo Candomblé, sexualidade e problemas ainda pertinentes da população ribeirinha com a construção de uma hidrelétrica, que obriga a população que sobrevive majoritariamente de pesca a buscar outros meios de ganhar a vida.
Sargento Getúlio é um romance de João Ubaldo Ribeiro, de 1971.

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Sargento Getúlio é uma obra regionalista que trata do banditismo no sertão. De escrita coloquial com termos bastante regionais e alguns até inventados pelo próprio autor. A história traz pobreza, violência e fortes críticas políticas em suas páginas.
A valorização da cultura e literatura baiana solidifica a diversidade desse solo nordestino. Além de apoiar o crescimento dos artistas locais, tanto os que já se foram, quanto os que estão apenas começando.